Robôs humanoides participam de meia maratona inédita em Pequim.
Pequim entrou para a história da robótica no último fim de semana, 19 de Abril de 2025, ao sediar a primeira meia maratona do mundo com participação oficial de robôs humanoides. O evento, batizado de “Beijing E-Town Humanoid Half Marathon”, aconteceu no distrito tecnológico de Yizhuang e atraiu a atenção de engenheiros, entusiastas da tecnologia e esportistas de todo o mundo.
Enquanto mais de 12 mil corredores humanos percorriam os 21 quilômetros da prova tradicional, uma pista paralela foi reservada exclusivamente para 21 robôs bípedes, projetados por startups e centros de pesquisa chineses. Foi a primeira vez que robôs humanoides competiram em uma prova de resistência em espaço público, lado a lado com humanos — ainda que em trajetos separados.
A revolução em duas pernas
Cada robô foi desenvolvido com o objetivo de simular movimentos humanos em ambientes urbanos. Equipados com sensores de equilíbrio, visão computacional e sistemas de navegação autônoma, eles enfrentaram o desafio de terrenos irregulares, mudanças climáticas e longas distâncias.
O destaque da corrida foi o “Tiangong Ultra”, um robô avançado criado por engenheiros do Centro de Inovação em Robótica Humanoide de Pequim. Com passos firmes e coordenados, o Tiangong completou o trajeto em 2 horas e 40 minutos, tornando-se o primeiro robô humanoide registrado a finalizar uma meia maratona em ambiente real.
Alguns concorrentes, porém, não tiveram o mesmo desempenho. Houve quedas, colapsos de bateria e colisões com barreiras da pista. Mas, segundo os organizadores, o importante era justamente testar os limites dessas máquinas em cenários dinâmicos e imprevisíveis.
Revolução em duas pernas.
Cada robô foi desenvolvido com o objetivo de simular movimentos humanos em ambientes urbanos. Equipados com sensores de equilíbrio, visão computacional e sistemas de navegação autônoma, eles enfrentaram o desafio de terrenos irregulares, mudanças climáticas e longas distâncias.
O destaque da corrida foi o “Tiangong Ultra”, um robô avançado criado por engenheiros do Centro de Inovação em Robótica Humanoide de Pequim. Com passos firmes e coordenados, o Tiangong completou o trajeto em 2 horas e 40 minutos, tornando-se o primeiro robô humanoide registrado a finalizar uma meia maratona em ambiente real.
Alguns concorrentes, porém, não tiveram o mesmo desempenho. Houve quedas, colapsos de bateria e colisões com barreiras da pista. Mas, segundo os organizadores, o importante era justamente testar os limites dessas máquinas em cenários dinâmicos e imprevisíveis.
Mais do que uma corrida, um laboratório ao ar livre
Além da competição, o evento serviu como um campo experimental para observar a interação entre robôs e ambientes urbanos, simulando situações que, futuramente, farão parte do cotidiano. “Esses testes são fundamentais para preparar robôs para funções reais, como logística urbana, patrulhamento de segurança e assistência a idosos”, explicou Liu Zemin, um dos organizadores e pesquisador de robótica da Universidade de Tsinghua.
A maratona também contou com premiações inovadoras. Os robôs foram avaliados em categorias como resistência, marcha mais estável, design criativo e simpatia do público. A cerimônia de encerramento celebrou não apenas os vencedores, mas a ousadia de um país que está disposto a acelerar o futuro.
China acelera na corrida global da robótica
O evento reflete a ambição crescente da China em se tornar líder mundial em inteligência artificial e robótica até 2030. O governo chinês tem intensificado investimentos em tecnologia de automação, com apoio direto a empresas emergentes e centros de pesquisa. Robôs como os que participaram da maratona estão cada vez mais presentes em linhas de montagem, hospitais, escolas e espaços públicos no país.
Especialistas apontam que iniciativas como essa corrida têm função dupla: além de testar inovações, reforçam o soft power tecnológico da China em um cenário global de intensa competição por supremacia digital.
A meia maratona de robôs em Pequim não foi apenas uma demonstração de engenharia — foi um vislumbre do que está por vir. Com o avanço exponencial da robótica, eventos como esse podem se tornar parte do cotidiano de cidades inteligentes, onde humanos e máquinas compartilham espaços, responsabilidades e, agora, até pistas de corrida.
A fragmentação digital — a divisão da internet e das tecnologias digitais em blocos geopolíticos distintos — tornou-se uma realidade incontornável no cenário global. Impulsionada por disputas comerciais, guerras e políticas de segurança nacional, essa fragmentação está redefinindo o fluxo de dados, cadeias de suprimentos e a governança digital.
Em um mundo cada vez mais impactado por questões geopolíticas, a fragmentação digital se tornou uma realidade incontestável para usuários, empresas e, principalmente, governos. A internet, que antes era vista como uma rede global e aberta, está se transformando em um conjunto de redes nacionais, com acessos restritos e regulados por interesses políticos e econômicos. A Experiência Digital agora é cada vez mais moldada por barreiras geopolíticas e regulatórias.
O Que é Fragmentação Digital?
A fragmentação digital refere-se à crescente divisão da infraestrutura digital global em sistemas separados e, muitas vezes, incompatíveis. Isso ocorre devido a políticas nacionais que impõem restrições ao fluxo de dados, exigências de localização de dados e padrões técnicos divergentes. Esse fenômeno resulta em uma internet menos interconectada e mais segmentada por fronteiras políticas e econômicas.
O que funciona no Brasil pode ser inviável nos Estados Unidos ou na Ásia. Enquanto determinadas regulamentações se tornam essenciais na Europa, elas podem ser irrelevantes para a América do norte ou sul. A ideia original de uma internet global e universal está se fragmentando diante dos nossos olhos, dando lugar a blocos digitais distintos. Esse fenômeno, conhecido como “splinternet”, marca um cenário onde cada país define sua própria fronteira digital, criando um mosaico de redes nacionais isoladas, regidas por políticas locais e, muitas vezes, incompatíveis entre si.
Conceito e Características da Fragmentação Digital
A fragmentação digital, também chamada de “balkanização da internet”, ocorre quando países ou blocos econômicos impõem restrições à circulação de dados, impõem padrões técnicos distintos e bloqueiam acesso a tecnologias ou plataformas estrangeiras (DeNardis, 2014). As manifestações típicas incluem:
Divergência de padrões de cibersegurança e privacidade;
Leis de localização de dados (data localization);
Barreiras a plataformas e serviços estrangeiros;
Censura estatal e firewalls nacionais.
Fatores Geopolíticos Recentes
Impacto da Guerra Comercial EUA-China
A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, intensificada durante a administração Trump, acelerou a fragmentação digital. Tarifas de até 145% sobre produtos chineses e restrições a empresas como Huawei e TikTok exemplificam essa tendência. Os EUA também alegam riscos à soberania nacional no caso da Huawei e ZTE com a solução 5G dessas empresas. No caso do TikTok, o banimento, é um exemplo claro de “decouplind digital” ou desacoplamento tecnológico.
Como resultado, as importações americanas de hardware de TI e eletrônicos de consumo chineses caíram 62% desde 2018, com países como México e Taiwan ganhando participação de mercado.
Consequências da Guerra na Ucrânia e Isolamento da Rússia
A invasão da Ucrânia em 2022 levou a sanções digitais contra a Rússia, além de uma fuga de cerca de 100.000 profissionais de TI, o que equivale a 10% da força de trabalho do setor no país (Atlantic Council, 2023). A Rússia, por sua vez, intensificou esforços de substituição de tecnologia estrangeira e desenvolveu sua própria “internet soberana”.
Impactos Econômicos e Tecnológicos
A fragmentação digital impõe desafios substanciais à economia global, à inovação tecnológica e à governança da internet. Ao substituir um modelo aberto e interoperável por sistemas fechados e regionalizados, o fenômeno compromete diretamente os fundamentos da economia digital e a fluidez das cadeias de valor globais.
Do ponto de vista econômico, a imposição de barreiras nacionais ao fluxo de dados — como leis de localização de dados (data localization) e restrições de transferência transfronteiriça — eleva os custos operacionais de empresas multinacionais, que precisam adaptar suas infraestruturas às exigências regulatórias específicas de cada jurisdição (OCDE, 2022). Esse aumento de complexidade reduz a eficiência operacional, limita a escala global de plataformas digitais e afeta negativamente a competitividade, sobretudo de empresas menores que não dispõem de recursos para se adequar a múltiplas legislações.
Além disso, a fragmentação compromete a conectividade tecnológica global, criando ambientes incompatíveis que dificultam a padronização e a adoção de tecnologias emergentes. Soluções baseadas em inteligência artificial, internet das coisas (IoT), blockchain e 5G dependem de ecossistemas amplos, interoperáveis e alimentados por dados massivos e diversos — características que são comprometidas quando o acesso e o compartilhamento de dados são segmentados por blocos geopolíticos.
Estudos da Organização Mundial do Comércio (WTO, 2024) estimam que um cenário de fragmentação digital acentuada poderá reduzir o crescimento do comércio digital global em até 12% até 2030, impactando negativamente economias interdependentes e retardando a digitalização em países em desenvolvimento. A exclusão de fornecedores e plataformas com base em critérios políticos ou de segurança nacional, como no caso da Huawei ou do TikTok, também gera externalidades negativas como a duplicação de infraestruturas tecnológicas e a fragmentação de padrões de cibersegurança.
Por fim, a fragmentação digital amplia a desigualdade global em acesso à tecnologia, dificultando a participação equitativa de países menos desenvolvidos na economia digital. A criação de “esferas tecnológicas rivais” pode levar a uma nova divisão global: não apenas econômica, mas também informacional, com implicações diretas para soberania digital, privacidade, cibersegurança e inovação.
Perspectivas e Propostas de Mitigação
A crescente fragmentação digital tem impulsionado iniciativas globais que buscam equilibrar a soberania digital com a necessidade de interoperabilidade e confiança nos fluxos de dados transfronteiriços. Entre as propostas mais relevantes, destacam-se:
Fluxo de Dados com Confiança (DFFT)
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) promove o conceito de “Data Free Flow with Trust” (DFFT), que visa facilitar os fluxos de dados internacionais ao mesmo tempo em que assegura a proteção da privacidade, segurança e direitos dos usuários. Essa abordagem busca harmonizar políticas nacionais divergentes e reduzir barreiras desnecessárias ao comércio digital, promovendo um ambiente digital global mais coeso. ( acesso completo a matéria no link https://www.oecd.org/en/topics/policy-issues/data-flows-and-governance.html?utm_source=chatgpt.com).
Iniciativas Multilaterais: JSI e DEPA
A Iniciativa Conjunta sobre Comércio Eletrônico (JSI) da Organização Mundial do Comércio (OMC) reúne 90 países em negociações para estabelecer regras comuns sobre fluxos de dados, localização de dados e proteção de consumidores. Embora haja divergências, especialmente entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, a JSI representa um esforço significativo para mitigar a fragmentação digital.
Paralelamente, o Acordo de Parceria da Economia Digital (DEPA), firmado por Chile, Cingapura e Nova Zelândia, serve como modelo para acordos que equilibram a livre circulação de dados com a proteção da privacidade e segurança. O DEPA é visto como um “laboratório regulatório” que pode influenciar futuras negociações multilaterais. Fonte: Cambridge Core
Pacto Digital Global da ONU
A Organização das Nações Unidas propôs o “Global Digital Compact”, uma iniciativa que visa estabelecer princípios compartilhados para um ambiente digital inclusivo e seguro. O pacto aborda questões como conectividade universal, prevenção da fragmentação da internet, proteção de dados e direitos humanos online. Espera-se que esse esforço promova uma governança digital mais coordenada e equitativa.
Modelos Tecnológicos Inovadores
Diante dos desafios regulatórios, surgem propostas tecnológicas como o modelo de dados mantidos pelo usuário (“user-held data model”), que permite aos indivíduos armazenar e controlar seus dados localmente. Essa abordagem visa reduzir a necessidade de transferências internacionais de dados, minimizando riscos legais e fortalecendo a autonomia dos usuários.
Cooperação Regional: O Caso da ASEAN
A Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) está desenvolvendo um acordo regional de economia digital que busca harmonizar políticas sobre fluxos de dados, proteção de dados e regulamentação de inteligência artificial. Apesar das divergências internas, essa iniciativa representa um passo importante para reduzir a fragmentação digital na região. Fonte Hinrich Foundation
Conclusão
A fragmentação digital é um reflexo da nova ordem geopolítica, onde a tecnologia tornou-se um campo estratégico de poder. Seus impactos são amplos e profundos, exigindo ação coordenada entre governos, setor privado e academia para evitar um ciberespaço totalmente fragmentado, desigual e ineficiente.
Parece loucura? Para quem viveu o nascimento da internet como um espaço aberto e sem fronteiras, testemunhar essa rápida fragmentação digital pode parecer um sinal alarmante dos tempos sombrios que estão por vir.
Alexandre Bastos é mestre em Administração de Empresas pela FGV, pós-graduado em Gestão da Inovação e Direito Digital pela FIA, pós-graduado em International Business pela BSP, MBA Executivo e pós-graduado em Gestão de Projetos pela Escola de Negócios do IMT, graduado em Sistemas de Informação na FIAP. Com experiência de 22 anos na área de Tecnologia, atualmente trabalha com inovação e consultoria para empresas nacionais e internacionais na Oonder Tecnologia, além de se dedicar a novos negócios e investimentos.
Hugo Calderano entrou para a história do esporte brasileiro ao conquistar a Copa do Mundo de Tênis de Mesa
Neste domingo, 20 de abril de 2025, Hugo Calderano entrou para a história do esporte brasileiro ao conquistar a Copa do Mundo de Tênis de Mesa, realizada em Macau, China. O brasileiro derrotou o chinês Lin Shidong, atual número 1 do mundo, por 4 sets a 1, com parciais de 6/11, 11/7, 11/9, 11/4 e 11/5. Com essa vitória, Hugo Calderano se tornou o primeiro atleta das Américas a conquistar o título da competição, quebrando a hegemonia asiática e europeia no esporte. O brazuca é bom!!!
A Trajetória de Hugo Calderano
Nascido no Rio de Janeiro em 22 de junho de 1996, Hugo Marinho Borges Calderano iniciou sua carreira esportiva no vôlei e no atletismo, mas foi no tênis de mesa que encontrou sua verdadeira vocação. Aos 14 anos, mudou-se para São Caetano do Sul (SP) para treinar com a seleção brasileira. (fonte wikipedia)
Em 2013, tornou-se o mais jovem mesa-tenista a vencer uma etapa do Circuito Mundial da ITTF, tanto nas categorias juvenil quanto adulta. em 2014 , conquistou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos da Juventude, na China, a primeira medalha olímpica do tênis de mesa brasileiro.
Desde então, Hugo Calderano manteve-se entre os melhores do mundo, alcançando a terceira posição no ranking mundial em janeiro de 2022, a mais alta já obtida por um atleta das Américas. É Brasil!!!
O Caminho até o Título Mundial
Na Copa do Mundo de 2025, Calderano enfrentou e venceu os três melhores jogadores do ranking mundial. Na final, superou Lin Shidong, consolidando sua posição como um dos maiores nomes do tênis de mesa mundial.
Após a vitória, emocionado, Calderano declarou: “É uma sensação incrível ganhar esse título. Trabalhei muito e sempre acreditei em mim. Sou muito grato pelo apoio da torcida do Brasil, da minha família e dos meus amigos.” ( Fonte ge)
Impacto e Legado
A conquista de Hugo Calderano representa um marco histórico para o esporte brasileiro e para o tênis de mesa nas Américas. Seu feito inspira uma nova geração de atletas e demonstra que, com dedicação e perseverança, é possível alcançar os mais altos patamares do esporte mundial.
Capacitação Gratuita em TI Chega a 7 Cidades Brasileiras
Profissionais e estudantes da área de Tecnologia da Informação (TI) têm uma excelente oportunidade para aprimorar suas habilidades. Uma iniciativa gratuita de capacitação está percorrendo sete cidades brasileiras, oferecendo treinamentos presenciais focados em ferramentas essenciais para o mercado.
Cidades Beneficiadas pela Iniciativa
O programa já teve início em Recife (PE) e seguirá para as cidades listadas abaixo, além disso as capacitações ocorrerão até o final de abril, proporcionando acesso a conhecimentos práticos e atualizados.
Jequié (BA)
Salvador (BA)
Belém (PA)
Brasília (DF)
São Paulo (SP)
Porto Alegre (RS)
Foco no Software Zabbix
O treinamento é centrado no Zabbix, uma ferramenta de monitoramento de redes amplamente utilizada por empresas para garantir a estabilidade e segurança de seus sistemas. Participar dessa capacitação pode ser um diferencial significativo no currículo de profissionais de TI
Impacto na Carreira Profissional
Além de adquirir conhecimentos técnicos, os participantes terão a chance de expandir sua rede de contatos e se atualizar sobre as demandas do mercado. Essas experiências são fundamentais para quem busca crescimento e novas oportunidades na área de tecnologia.
Como Participar
Para se inscrever e obter mais informações sobre datas e locais, os interessados devem acessar o site oficial da iniciativa ou acompanhar as atualizações nas redes sociais dos organizadores. As vagas são limitadas, portanto, é recomendável garantir a participação o quanto antes.
Aproveitar iniciativas como essa é essencial para quem deseja se destacar no competitivo mercado de TI. Invista em seu desenvolvimento e esteja preparado para os desafios e oportunidades que a área oferece.
Gigante da Busca Unifica Domínios e Impacta Usuários no Brasil
Uma mudança silenciosa, mas com potencial para gerar discussões, está a caminho para os usuários brasileiros do Google. Em breve, o familiar endereço “google.com.br” deixará de existir como porta de entrada principal para o motor de busca mais utilizado no mundo. A gigante da tecnologia confirmou que, em um futuro próximo, todos os acessos ao Google, independentemente da localização geográfica do usuário, serão unificados sob o domínio global “google.com”.
A notícia, que começou a circular após um artigo do site Komando.com, indica que essa alteração faz parte de uma estratégia global do Google para otimizar sua infraestrutura e, possivelmente, concentrar recursos em áreas prioritárias como a inteligência artificial. A medida implica que ao digitar “google.com.br” em seu navegador, o usuário será automaticamente redirecionado para a página “google.com”.
Apesar da mudança no endereço virtual, o Google garante que a experiência de busca para os usuários no Brasil não será prejudicada. Os resultados das pesquisas continuarão sendo altamente relevantes para a localização do usuário, utilizando mecanismos de geolocalização para priorizar informações e websites locais. Assim, um usuário em São Paulo, mesmo acessando “google.com”, continuará a receber resultados de notícias, comércios e informações relevantes para a sua região.
A unificação de domínios não é uma novidade completa para o Google. A empresa já adota essa prática em alguns outros países. A expansão dessa estratégia para um mercado tão significativo como o brasileiro levanta algumas questões sobre o impacto para empresas e profissionais de marketing digital que utilizam o domínio local em suas estratégias de SEO (Otimização para Mecanismos de Busca). Embora o redirecionamento deva mitigar qualquer perda de tráfego imediata, especialistas apontam para a necessidade de adaptação e monitoramento contínuo das métricas de desempenho.
“A princípio, a mudança parece mais cosmética para o usuário final”, explica Fernando da especialista em Google Ads. “O redirecionamento automático deve garantir a continuidade do acesso. No entanto, para quem trabalha com SEO, é importante ficar atento a possíveis nuances e como essa unificação pode impactar a forma como o Google indexa e ranqueia conteúdo localmente a longo prazo.”
Ainda não há uma data específica para a implementação da mudança no Brasil, mas a confirmação da intenção do Google indica que a transição deve ocorrer em breve. Resta aos usuários e profissionais se adaptarem a essa nova realidade virtual, onde a busca global se torna o novo portal para a informação local. A expectativa é que o Google forneça mais detalhes sobre o cronograma e possíveis implicações dessa unificação nas próximas semanas.
Decisão Judicial Declara Google Monopolista no Mercado de Publicidade Digital
Em 17 de abril de 2025, uma decisão judicial nos Estados Unidos declarou que o Google violou as leis antitruste ao manter ilegalmente seu monopólio no mercado de tecnologia de publicidade digital. A juíza federal Leonie Brinkema concluiu que a empresa abusou de sua posição dominante em dois segmentos-chave: os servidores de publicação de anúncios (DFP) e os mercados de troca de anúncios (AdX).
A juíza federal Leonie Brinkema concluiu que o Google abusou de sua posição dominante ao integrar seu servidor de anúncios para editores (DFP) com sua plataforma de troca de anúncios (AdX), restringindo a concorrência e prejudicando editores e consumidores.
Embora a decisão não tenha apontado irregularidades nas ferramentas de publicidade para anunciantes ou nas aquisições anteriores da empresa, como DoubleClick e AdMeld, a corte determinou que as práticas no mercado editorial violaram as leis antitruste
Práticas Anticompetitivas e Impacto no Mercado
A sentença destaca que, por mais de uma década, o Google vinculou seu servidor de anúncios DFP ao seu mercado de anúncios AdX por meio de políticas contratuais e tecnológicas, restringindo a concorrência e prejudicando editores e consumidores.
Possíveis Consequências e Reações
O Departamento de Justiça dos EUA propôs a desintegração de partes do negócio publicitário do Google como medida corretiva. A empresa anunciou que pretende recorrer da decisão.
Esta decisão representa a terceira derrota consecutiva do Google em casos antitruste nos EUA, sinalizando uma intensificação na fiscalização sobre práticas monopolistas no setor de tecnologia.
Para uma análise mais aprofundada sobre o impacto desta decisão, assista ao vídeo abaixo:
Em um mundo onde tudo pode ser comprado online, o ponto de venda físico precisa oferecer algo que a internet ainda não entrega: experiência emocional e conexão humana real. Encantar o cliente vai muito além de sorrir ou ser cordial — é sobre surpreender, gerar afeto e criar memória. E poucos lugares fazem isso tão bem quanto a Disney.
De acordo com uma pesquisa da Harvard Business Review, clientes emocionalmente conectados têm 52% mais valor para uma marca do que os clientes apenas satisfeitos. Ou seja: se você quer vender mais e fidelizar, não basta atender bem. É preciso encantar.
O Jeito Disney de Encantar Clientes
A Walt Disney Company não é só entretenimento: é referência mundial em atendimento ao cliente. Seus parques e lojas vendem experiências, não apenas produtos — e isso se traduz em fidelidade absurda.
Os 4 Pilares do Atendimento Disney:
Detalhamento extremo: tudo é planejado — do cheiro do ambiente ao modo como os funcionários apontam direções (sempre com dois dedos).
Funcionários treinados para servir com propósito: cada membro da equipe é um “elenco”, e o cliente é “convidado”.
Empatia em primeiro lugar: ouvir, observar e agir com foco no bem-estar do visitante.
Magia no cotidiano: tornar o comum em algo memorável, mesmo em situações difíceis (como filas ou problemas operacionais).
Segundo o livro O Jeito Disney de Encantar Clientes, mais de 70% dos visitantes dos parques Disney retornam, não apenas por causa das atrações, mas pelo nível de atendimento.
Dados Que Comprovam: Encantamento Gera Resultados
Estudo: “CX Trends 2024” – Zendesk
81% dos consumidores afirmam que uma experiência positiva os faz voltar a comprar.
74% estão dispostos a gastar mais com empresas que proporcionam experiências excelentes.
65% compartilham experiências memoráveis com amigos e redes sociais.
Fonte: Harvard Business Review & Disney Institute
A Disney registra índices de lealdade de 70% a 80%, contra uma média de mercado de 30% a 40%.
Funcionários Disney recebem mais de 50 horas de treinamento por ano só sobre experiência do cliente.
A fidelização gerada pelo encantamento no ponto de venda reduz os custos com aquisição de novos clientes em até 30%.
Como Encantar no Ponto de Venda na Prática (Com Inspiração Disney)
🛍️ Ambientação sensorial: som, cheiro, iluminação e temperatura criam estados emocionais positivos.
👂 Ouvir com atenção real: o cliente precisa se sentir ouvido, não apenas atendido.
🎭 Rituais e personagens: transforme sua equipe em protagonistas da experiência. Personalidades e abordagens únicas encantam.
🎁 Surpresas intencionais: um brinde inesperado, um agradecimento criativo, um café oferecido. Pequenos gestos viram grandes histórias.
📷 Instagramabilidade: o PDV precisa ser “fotografável”, memorável e digno de ser compartilhado.
Gráfico: Impacto da Experiência no Ponto de Venda (Fonte: PwC & Disney Institute)
CLIENTE FIDELIZADO | % DE RECOMPRA --------------------|---------------- Atendimento básico | 30% Bom atendimento | 60% Experiência Disney | 80%+
Conclusão
Encantar no ponto de venda é estratégia, não gentileza gratuita. Quando a experiência é bem desenhada, o cliente volta, compartilha e paga mais caro por isso. O modelo Disney comprova que investir em pessoas, ambiente e magia do detalhe é mais eficaz que qualquer promoção de preço.
No fim, o produto é o que você vende. Mas a experiência… é o que faz o cliente lembrar — e voltar.
Conheça os erros que muitos cometem no inicio do empreendedorismo e saiba o que podem custar ao seu negócio.
Empreender se tornou uma das principais saídas para quem busca liberdade financeira, propósito e autonomia profissional. No entanto, o sonho de ser dono do próprio negócio costuma esbarrar na realidade dura do mercado: falta de preparo, decisões impulsivas e erros básicos, mas recorrentes, que comprometem a sobrevivência de milhares de empresas no Brasil todos os anos.
Segundo o último relatório do Sebrae com dados consolidados de 2023, cerca de 21% das empresas brasileiras encerram suas atividades antes de completar dois anos. E mais de 60% não chegam ao quinto ano. A maioria das falhas não vem de fatores externos, como crises ou concorrência — mas de erros cometidos ainda na fase inicial da jornada empreendedora.
A seguir, listamos os cinco principais erros cometidos por quem está começando a empreender, com base em dados atualizados, estudos de comportamento e análises de especialistas em gestão de negócios.
1. Começar Sem Planejamento Estratégico
O erro mais frequente entre novos empreendedores é abrir um negócio com base apenas em uma boa ideia — sem estudo de mercado, validação de produto, plano financeiro ou definição clara de público-alvo.
De acordo com o Estudo Sobre a Mortalidade das Empresas no Brasil (Sebrae, 2023), 46% dos empreendedores iniciam suas atividades sem nenhum tipo de planejamento estruturado. Isso inclui ausência de metas, análise de viabilidade econômica e até desconhecimento sobre concorrência e localização.
2. Subestimar a Gestão Financeira
Outro erro clássico é não entender — e não controlar — os números da empresa. Muitos iniciantes confundem faturamento com lucro, misturam contas pessoais com as do negócio e não têm noção do capital necessário para sustentar o negócio nos primeiros meses.
Uma pesquisa do Banco Mundial apontou que apenas 18% das microempresas brasileiras têm controle regular de fluxo de caixa. E, segundo o Sebrae, mais de 80% das falências poderiam ser evitadas com melhor organização financeira.
3. Acreditar Que “Vender Bem” é Natural
Boa parte dos novos empresários acredita que, ao abrir as portas ou lançar o site, os clientes simplesmente virão. Há uma falsa ideia de que “quem tem um bom produto se vende sozinho”. No entanto, a ausência de estratégias de marketing e vendas é apontada como causa de fracasso em 39% dos negócios encerrados prematuramente, segundo o Radar Sebrae 2023.
Além disso, muitos empreendedores não conhecem o comportamento de seus consumidores, não sabem construir uma jornada de compra ou negligenciam canais como redes sociais, marketplaces e tráfego digital.
4. Querer Fazer Tudo Sozinho
O “super-herói empreendedor” é um perfil comum entre os iniciantes. Muitos acreditam que, para economizar, devem assumir todas as tarefas do negócio: vendas, estoque, atendimento, financeiro, marketing e operação.
Um estudo do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) aponta que mais de 60% dos microempreendedores individuais (MEIs) no Brasil operam sozinhos — e a maioria deles apresenta alto nível de estresse, dificuldade de escalar e queda precoce na produtividade. A falta de delegação também atrasa o crescimento e prejudica a qualidade da entrega
5. Ignorar a Realidade Tributária e Burocrática
Abrir uma empresa no Brasil ainda é um desafio. Muitos empreendedores iniciam atividades sem entender a carga tributária, sem escolher o regime fiscal adequado ou sem cumprir obrigações legais básicas.
Segundo o Doing Business Report do Banco Mundial, o Brasil é um dos países com o sistema tributário mais complexo do mundo — e um pequeno negócio gasta, em média, 1.501 horas por ano apenas para lidar com obrigações fiscais. Ignorar ou desconhecer essa realidade tem gerado multas, bloqueios de CNPJ e até encerramento de atividades.
Conclusão
Esses cinco erros — todos cometidos ainda na largada — são os maiores responsáveis pelo colapso de negócios promissores. Mais do que falta de talento, muitos empreendedores iniciantes falham por despreparo, excesso de confiança e ausência de informação estruturada. Entender os erros é o primeiro passo para evitá-los.
Esta matéria é um convite à reflexão para quem está iniciando a jornada empreendedora com energia, mas precisa de direção. A próxima fase? Entender como evitar esses erros — mas isso fica para outro capítulo.
Sobre o colunista
Alexandre Bastos é mestre em Administração de Empresas pela FGV, pós-graduado em Gestão da Inovação e Direito Digital pela FIA, pós-graduado em International Business pela BSP, MBA Executivo e pós-graduado em Gestão de Projetos pela Escola de Negócios do IMT, graduado em Sistemas de Informação na FIAP. Com experiência de 22 anos na área de Tecnologia, atualmente trabalha com inovação e consultoria para empresas nacionais e internacionais na Oonder Tecnologia, além de se dedicar a novos negócios e investimentos.
A Dor Real do EmpreendeDORismo — Por Que Empreender É Tão Difícil (e o Que Fazer Para Vencer os Desafios)
Nos feeds do LinkedIn, Instagram ou nos discursos de eventos sobre inovação, o empreendedorismo costuma ser pintado com cores vibrantes: liberdade, propósito, flexibilidade e sucesso. Mas por trás dessas palavras inspiradoras, existe uma realidade muito mais crua, silenciosa — e muitas vezes solitária.
Empreender dói. E dói muito.
A dor não está apenas na falta de dinheiro ou no cansaço físico, mas na insegurança constante, na responsabilidade solitária, no medo de falhar, no peso de tomar decisões difíceis e conviver com a incerteza todos os dias.
Os Números Mostram: Empreender é Sobre Sobreviver
Segundo o SEBRAE:
60% das empresas no Brasil fecham em até 5 anos.
A maior parte por falta de planejamento financeiro, gestão deficiente e falta de preparo emocional.
O empreendedor brasileiro trabalha, em média, 12 horas por dia, sem férias e sem 13º.
E o mais preocupante: 38% dos empreendedores relatam sintomas de ansiedade e burnout, segundo estudo da Endeavor.
Os Principais Desafios de Quem Empreende
Falta de Planejamento e Gestão Financeira
60% das empresas fecham em até 5 anos (Sebrae).
82% dos empreendedores não controlam o fluxo de caixa.
Muitos misturam contas pessoais e empresariais, o que leva a decisões ruins e endividamento.
📌 Solução: domine o básico de finanças, use ferramentas simples (como planilhas ou apps), e nunca misture finanças pessoais com as do negócio.
Excesso de Carga de Trabalho e Burnout
49% trabalham mais de 60 horas semanais.
40% relatam desequilíbrio entre vida pessoal e profissional.
A saúde mental é um dos temas mais negligenciados no mundo empreendedor.
📌 Solução: organize uma rotina sustentável, delegue quando possível e cuide da saúde mental como parte do plano de negócios.
Dificuldade de Vendas e Captação de Clientes
Muitos empreendedores têm produtos bons, mas não sabem vender.
Falta de posicionamento, marketing e canais eficientes impede o crescimento.
📌 Solução: estude marketing digital, funis de vendas e técnicas de negociação. Ter um bom produto não basta — é preciso gerar valor percebido.
Burocracia e Tributos
O Brasil é um dos países mais burocráticos do mundo para quem empreende. Chega a ser um absurdo os tributos que o governo cobra dos que realmente querem resolver problemas e prosperar no pais.
São mais de 1.500 horas/ano gastas com obrigações fiscais (Banco Mundial).
📌 Solução: conte com um contador confiável e invista em automação fiscal. Conhecer o básico do regime tributário evita multas e prejuízos.
E O Que Fazer Para Superar e Ter Sucesso?
Apesar de tudo, empreender ainda é uma das formas mais poderosas de transformar realidades, gerar riqueza e liberdade pessoal. Mas é preciso estar preparado de verdade.
1. Tenha clareza de propósito
Empreender apenas por dinheiro não sustenta no longo prazo. Propósito é o que te levanta quando tudo dá errado.
2. Domine a gestão
Estude fluxo de caixa, margem de contribuição, precificação, vendas e marketing. Não terceirize totalmente o coração do seu negócio.
3. Construa uma rede de apoio
Mentores, empreendedores, aceleradoras, grupos de networking. Estar com quem vive os mesmos desafios muda tudo.
4. Digitalize e inove constantemente
O mundo muda rápido. Seu negócio também precisa mudar. Invista em tecnologia, automação e melhoria contínua.
5. Cuide da sua saúde mental
Você é o ativo mais importante da empresa. Terapia, exercícios, alimentação e descanso fazem parte da estratégia de crescimento.
Empreender é Difícil, Mas Pode Ser Transformador
Empreender não é um caminho fácil de percorrer.
É carregar nas costas o peso de decisões difíceis, noites sem sono e incertezas constantes. É lidar com o medo do fracasso, com as contas que não esperam, e com a pressão de fazer dar certo, mesmo quando tudo parece estar contra você.
Mas é também sobre persistir quando a vontade de desistir aparece. Sobre acreditar mais em Deus, no invisível, construir no improvável e buscar força onde parece não haver mais.
Empreender é uma jornada solitária às vezes, mas também é um chamado para os ousados, para quem acredita que pode transformar sonhos em realidade.
A dor de empreender pode parecer insuportável em certos momentos, mas ela molda, ensina e fortalece. E no final, para aqueles que resistem e superam, a recompensa é maior do que qualquer obstáculo enfrentado.
Afinal, o que nasce da dor carrega em si o poder de transformar vidas, abrir caminhos e deixar um legado.
Sobre o colunista
Alexandre Bastos é mestre em Administração de Empresas pela FGV, pós-graduado em Gestão da Inovação e Direito Digital pela FIA, pós-graduado em International Business pela BSP, MBA Executivo e pós-graduado em Gestão de Projetos pela Escola de Negócios do IMT, graduado em Sistemas de Informação na FIAP. Com experiência de 22 anos na área de Tecnologia, atualmente trabalha com inovação e consultoria para empresas nacionais e internacionais na Oonder Tecnologia, além de se dedicar a novos negócios e investimentos.
As 10 Habilidades-Chave para as Profissões do Futuro (baseadas no Future of Jobs Report 2023 – WEF)
Você está pronto para os empregos que ainda nem existem?
Essa pergunta pode soar estranha, mas ela é mais atual do que nunca. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, até 2030, mais de 1 bilhão de empregos – quase um terço dos empregos globais – serão transformados pela tecnologia. Ou seja: quem não se adaptar, corre o risco de ser deixado para trás.
A seguir, você vai descobrir quais são as habilidades que vão moldar as profissões do futuro — e o que você pode começar a desenvolver hoje para garantir seu espaço no mercado de amanhã.
1️⃣ Pensamento Analítico e Inovação
A habilidade mais demandada até 2027.
Envolve resolver problemas complexos de forma criativa e com base em dados.
Aplicações: análise de dados, design de produtos, otimização de processos.
2️⃣ Aprendizado Contínuo e Curiosidade
A capacidade de aprender a aprender será seu diferencial competitivo.
Segundo a IBM, 120 milhões de trabalhadores precisarão de recapacitação nos próximos três anos.
Dica: invista em microcertificações e cursos online constantemente.
3️⃣ Pensamento Crítico
Não basta aceitar dados — é preciso interpretá-los.
Importante para profissionais que lidam com IA, ética, decisões estratégicas.
4️⃣ Criatividade, Originalidade e Iniciativa
Máquinas replicam. Humanos inovam.
Serão essenciais para áreas como marketing, design, conteúdo e UX.
5️⃣ Liderança e Influência Social
Liderança não é sobre hierarquia, é sobre impacto.
Com times remotos e híbridos, a influência emocional e a capacidade de guiar sem controlar são cruciais.
Soft Skills em alta
Hard Skills em alta
Inteligência emocional
Programação e automação
Comunicação adaptável
Análise de dados e BI
Resolução de conflitos
Cybersegurança e Cloud computing
Colaboração multicultural
IA e Machine Learning
Profissões em Ascensão: Onde Essas Habilidades Serão Aplicadas
De acordo com o relatório do LinkedIn “Jobs on the Rise 2024”, estas são algumas das profissões do futuro mais promissoras:
Profissão
Habilidades-chave
Especialista em IA
Programação, machine learning, pensamento ético
Analista de Dados
Pensamento analítico, estatística, SQL
Designer de Experiência (UX/UI)
Criatividade, empatia, prototipagem
Especialista em Sustentabilidade
Pensamento sistêmico, ESG, inovação
Consultor de Transformação Digital
Liderança, visão de negócio, automação
Terapeuta Digital e Coach de Bem-estar
Inteligência emocional, escuta ativa, human skills
Acompanhe tendências em sites como Future of Work Hub, WEF, Singularity University.
Desenvolva um learning mindset — estude todos os dias, nem que seja 15 minutos.
Participe de comunidades e eventos online sobre inovação e carreiras digitais.
O Futuro é de Quem se Reinventa
O futuro do trabalho não será sobre diplomas — será sobre habilidades, adaptabilidade e propósito. A pergunta não é mais “qual profissão você quer seguir?”, mas sim “quais problemas você quer resolver?”
Quem souber aprender, colaborar, inovar e liderar, independente da função, estará sempre em demanda.