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Tecnologia

Instagram agora mostra onde você está — em tempo real

Instagram copia Snap Map e permite mostrar onde você está — saiba como ativar (ou desativar)

O Instagram está testando um novo recurso que permite aos usuários compartilharem sua localização em tempo real com seguidores selecionados. A funcionalidade, semelhante ao Snap Map do Snapchat, visa facilitar encontros e interações entre amigos, mas levanta preocupações quanto à privacidade.​

Como funciona o novo recurso de localização

O recurso, ainda em fase de testes, permite que os usuários compartilhem sua localização atual com seguidores específicos, como “amigos próximos” ou “seguidores em comum”. A localização é atualizada somente quando o aplicativo é aberto, e os usuários podem ativar o “modo fantasma” para ocultar sua posição a qualquer momento.

Vantagens e desvantagens

Vantagens:

  • Facilita encontros em eventos e locais públicos.​
  • Permite que amigos acompanhem sua localização em tempo real.​
  • Oferece controle sobre quem pode ver sua localização.​

Desvantagens:

  • Pode comprometer a privacidade se não for usado com cautela.​
  • Risco de exposição a pessoas mal-intencionadas.​
  • Possibilidade de uso indevido das informações de localização.​

Como configurar o recurso

Para ativar ou desativar o compartilhamento de localização:​

  1. Abra o Instagram e vá para as configurações.​
  2. Selecione “Privacidade” e depois “Localização”.​
  3. Escolha com quem deseja compartilhar sua localização ou desative o recurso.​

É importante lembrar que o compartilhamento de localização é opcional e pode ser ajustado a qualquer momento.​

Conclusão

O novo recurso de localização do Instagram oferece uma maneira conveniente de compartilhar sua posição com amigos, mas é essencial usá-lo com responsabilidade para proteger sua privacidade e segurança.

Empresa

URGENTE: Meta pode ser obrigada a vender WhatsApp e Instagram

Futuro do WhatsApp e Instagram em jogo: Meta enfrenta julgamento antitruste a partir desta segunda

Washington, 15 de abril de 2025 – A Meta, gigante da tecnologia que controla plataformas como Facebook, WhatsApp e Instagram, está prestes a enfrentar um dos julgamentos mais significativos da sua história recente. A partir desta segunda-feira, a empresa será julgada nos Estados Unidos por supostas práticas anticompetitivas, e pode ser obrigada a vender dois dos seus principais ativos: o WhatsApp e o Instagram.

O processo é movido pela Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC), em conjunto com procuradores de diversos estados americanos. Eles alegam que a Meta adotou uma estratégia para eliminar rivais emergentes ao longo da última década, principalmente por meio das aquisições do Instagram, em 2012, e do WhatsApp, em 2014.

Segundo os reguladores, essas compras não foram apenas movimentos de mercado, mas parte de um plano para sufocar a concorrência e manter o monopólio no setor das redes sociais. A acusação defende que, ao incorporar essas plataformas ao seu ecossistema, a Meta impediu o surgimento de alternativas viáveis ao Facebook, consolidando um domínio perigoso sobre a comunicação digital.

A Meta, por sua vez, nega as acusações. Em sua defesa, a empresa afirma que as aquisições foram aprovadas pelos órgãos reguladores na época e que ambas as plataformas cresceram exponencialmente sob sua gestão, trazendo benefícios para os usuários.

Especialistas em direito antitruste veem o julgamento como um marco para o setor de tecnologia. “É o primeiro grande caso antitruste da era digital que realmente pode levar à divisão de uma big tech”, afirma Lauren Michaels, professora de direito da Universidade de Stanford. “Se a FTC vencer, isso pode abrir caminho para ações semelhantes contra outras gigantes do setor.”

A possível cisão da Meta teria efeitos profundos no mercado global. O WhatsApp é hoje o principal aplicativo de mensagens do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários. Já o Instagram, plataforma dominante entre o público jovem, é peça-chave na estratégia de publicidade e influência da empresa.

O julgamento deverá se estender por várias semanas, com depoimentos de executivos, especialistas e análise de documentos internos da Meta. A expectativa é que a decisão final ainda leve meses, podendo inclusive ser levada à Suprema Corte dos Estados Unidos, dependendo do desfecho.

Enquanto isso, o mercado acompanha com atenção. As ações da Meta já mostraram sinais de instabilidade nas últimas semanas, refletindo a incerteza sobre o futuro da companhia.

Independentemente do resultado, este caso promete reconfigurar as discussões sobre monopólio no setor tecnológico e reacender o debate sobre até onde o poder das big techs deve ir — e o que governos devem fazer para contê-lo.